128 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES MANUAL DE INSTRUÇÕES 12 Página CARREGADOR FRONTAL O carregador frontal é um equipamento que pode ampliar bastante as funcionalidades do trator, tornando-o apto a operar como empilhadora, ou levantador telescópico, em diversas operações agrícolas. ENFARDADEIRAS DE ROLOS Máquinas destinadas a comprimir, no campo, o fardo e a palha previamente encordoados, produzindo fardos compactos de forma cilíndrica. GADANHEIRAS Máquinas destinadas a cortar a forragem pela base, da forma mais ordenada possível, deixando-a de preferência em cordões. REBOQUE Um reboque ou atrelado é um veículo de carga constituído no mínimo por um chassi, rodas e superfície de carga. Para obter movimento engancha-se a um veículo automotor. ORDENHA MÓVEL A ordenha é feita por unidades móveis ao ar livre, no estábulo ou em “cabanões”, sendo o leite recebido diretamente em vasilhas. SALAS DE ORDENHA Instalações de ordenha mecânica, às quais os animais se deslocam, com ordenha simultânea de várias cabeças. Os animais deslocam-se às instalações para serem ordenhados. [2415] CEIFEIRAS DEBULHADORAS Registar o número total de ceifeiras debulhadoras pertencentes à exploração. Se foram utilizadas ceifeiras debulhadoras não pertencentes à exploração, inscrever o código 1 na coluna 6. [2581] ENSILADORAS DE ERVA Registar o número total de ensiladoras de erva pertencentes à exploração. Se foram utilizadas ensiladoras não pertencentes à exploração, inscrever o código 1 na coluna 6. [2582] ENSILADORAS DE MILHO Registar o número total de ensiladoras de milho pertencentes à exploração. Se foram utilizadas ensiladoras não pertencentes à exploração, inscrever o código 1 na coluna 6.
129 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES MANUAL DE INSTRUÇÕES 12 Página [2583] CARREGADOR FRONTAL Registar o número total de carregadores frontais pertencentes à exploração. Se foram utilizados carregadores frontais não pertencentes à exploração, inscrever o código 1 na coluna 6. [2584] ENFARDADEIRAS DE ROLOS Registar o número total de enfardadeiras de rolos pertencentes à exploração. Se foram utilizadas enfardadeiras de rolos não pertencentes à exploração, inscrever o código 1 na coluna 6. [2585] GADANHEIRAS Registar o número total de gadanheiras pertencentes à exploração. Se foram utilizadas gadanheiras não pertencentes à exploração, inscrever o código 1 na coluna 6. [2418] REBOQUE UNIFEED Registar o número total de reboques unifeed pertencentes à exploração. Se foram utilizados reboques unifeed não pertencentes à exploração, inscrever o código 1 na coluna 6. [2587] REBOQUE CISTERNA DE ÁGUA Registar o número total de reboques cisterna de água pertencentes à exploração. Se foram utilizados reboques cisterna de água não pertencentes à exploração, inscrever o código 1 na coluna 6. [2431] ORDENHA MÓVEL Registar o número total de máquinas de ordenha móvel pertencentes à exploração. Se foram utilizadas máquinas de ordenha móvel não pertencentes à exploração, inscrever o código 1 na coluna 6. [2430] SALA DE ORDENHA Registar o número total de salas de ordenha pertencentes à exploração. Se foram utilizadas salas de ordenha não pertencentes à exploração, inscrever o código 1 na coluna 6. 16.1.4 - EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS Pretende-se, nesta questão, conhecer o parque de equipamentos de aplicação de produtos fitofarmacêuticos. PULVERIZADOR SUSPENSO Equipamento ligado ao trator por um engate possuindo pelo menos três pontos de fixação e cujo peso, na posição elevada, é totalmente suportado pelo trator. Também conhecido por «pulverizador montado no trator».
130 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES MANUAL DE INSTRUÇÕES 12 Página PULVERIZADORES REBOCADOS Equipamento ligado ao trator de modo que a totalidade do seu peso seja suportado pelo solo. PULVERIZADOR AUTOMOTRIZ (AUTOPROPULSOR) Equipamento de pulverização com locomoção própria. PULVERIZADOR HIDRÁULICO Neste tipo de equipamento a energia para pulverizar é gerada pela compressão da calda aquando da sua passagem por bombas hidráulicas. A calda é transportada sob o efeito dessa pressão para os bicos de pulverização, através dos quais é libertada para a atmosfera. É o efeito da expansão do líquido na atmosfera, a elevada velocidade, que assegura a pulverização. É possível acoplar a estes equipamentos barras de pulverização (com diversos bicos montados) horizontais ou verticais, e de diferentes comprimentos. PULVERIZADOR HIDRÁULICO DE BARRAS HORIZONTAIS As barras horizontais consistem essencialmente numa estrutura horizontal onde os bicos de pulverização são montados com espaçamentos dependentes das suas características. Usualmente, a barra serve apenas de suporte e proteção dos tubos de abastecimento. Estes equipamentos são, em geral, utilizados em culturas baixas sendo frequentemente usados para a aplicação de herbicidas, destinados a controlar o desenvolvimento de plantas indesejadas (infestantes). Na figura abaixo apresenta-se um exemplo de um pulverizador com barras horizontais. PULVERIZADOR HIDRÁULICO DE BARRAS VERTICAIS As barras verticais são semelhantes às barras horizontais, mas estão montadas em posição vertical. São em geral, utilizadas no tratamento de culturas permanentes. PULVERIZADOR DE TURBINA Equipamento em que a pulverização é assegurada pela ação de um fluxo de ar, gerado por uma turbina (ventilador) no transporte da calda até aos bicos de pulverização.
131 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES MANUAL DE INSTRUÇÕES 12 Página PULVERIZADOR PNEUMÁTICO Equipamento em que a pulverização é realizada devido à convergência nos bocais de escoamento, de um circuito de ar, que circula a elevada velocidade, com o circuito da calda . Este tipo de equipamento possui bocais de pulverização em alternativa aos bicos de pulverização. OUTROS PULVERIZADORES Os tipos de pulverizadores acima descritos, são os mais vulgares no território nacional. No entanto existem outros tipos, que sendo possível classificar o respetivo sistema transporte, em suspenso, rebocado ou automotriz, devem ser contabilizados neste inquérito. [2433] - COLUNA 1 - PULVERIZADOR HIDRÁULICO SUSPENSO DE BARRAS HORIZONTAIS Registar o número total de pulverizadores hidráulicos suspensos de barras horizontais pertencentes à exploração. Excluir: » Pulverizadores de turbina com kits de barras horizontais, a registar em pulverizador de turbina [2435]. [2433] - COLUNA 2 - PULVERIZADOR HIDRÁULICO REBOCADO DE BARRAS HORIZONTAIS Registar o número total de pulverizadores hidráulicos rebocados de barras horizontais pertencentes à exploração. Excluir: » Pulverizadores de turbina com kits de barras horizontais, a registar em pulverizador de turbina [2435]. [2433] - COLUNA 3 - PULVERIZADOR HIDRÁULICO AUTOMOTRIZ DE BARRAS HORIZONTAIS Registar o número total de pulverizadores hidráulicos automotrizes de barras horizontais pertencentes à exploração. [2434] - COLUNA 1 - PULVERIZADOR HIDRÁULICO SUSPENSO DE BARRAS VERTICAIS Registar o número total de pulverizadores hidráulicos suspensos de barras verticais pertencentes à exploração. [2434] - COLUNA 2 - PULVERIZADOR HIDRÁULICO REBOCADO DE BARRAS VERTICAIS Registar o número total de pulverizadores hidráulicos rebocados de barras verticais pertencentes à exploração.
132 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES MANUAL DE INSTRUÇÕES 12 Página [2434] - COLUNA 3 - PULVERIZADOR HIDRÁULICO AUTOMOTRIZ DE BARRAS VERTICAIS Registar o número total de pulverizadores hidráulicos automotrizes de barras verticais pertencentes à exploração. [2435] - COLUNA 1 - PULVERIZADOR SUSPENSO DE TURBINA Registar o número total de pulverizadores suspensos de turbina pertencentes à exploração. [2435] - COLUNA 2 - PULVERIZADOR REBOCADO DE TURBINA Registar o número total de pulverizadores rebocados de turbina pertencentes à exploração. [2435] - COLUNA 3 - PULVERIZADOR AUTOMOTRIZ DE TURBINA Registar o número total de pulverizadores automotrizes de turbina pertencentes à exploração. [2436] - COLUNA 1 - PULVERIZADOR PNEUMÁTICO SUSPENSO Registar o número total de pulverizadores pneumáticos suspensos pertencentes à exploração. [2436] - COLUNA 2 - PULVERIZADOR PNEUMÁTICO REBOCADO Registar o número total de pulverizadores pneumáticos rebocados pertencentes à exploração. [2436] - COLUNA 3 - PULVERIZADOR PNEUMÁTICO AUTOMOTRIZ Registar o número total de pulverizadores pneumáticos automotrizes pertencentes à exploração. [2439] - COLUNA 1 – OUTROS PULVERIZADORES SUSPENSOS Registar o número total de outros pulverizadores suspensos pertencentes à exploração. Incluir: »» Pulverizadores centrífugos, pulverizadores de jato transportado, pulverizadores eletrostáticos. [2439] - COLUNA 2 - OUTROS PULVERIZADORES REBOCADOS Registar o número total de outros pulverizadores rebocados pertencentes à exploração. Incluir: »» Pulverizadores centrífugos, pulverizadores de jato transportado, pulverizadores eletrostáticos. [2439] - COLUNA 3 - OUTROS PULVERIZADORES AUTOMOTRIZES Registar o número total de outros pulverizadores automotrizes pertencentes à exploração. Incluir: »» Pulverizadores centrífugos, pulverizadores de jato transportado, pulverizadores eletrostáticos.
133 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES MANUAL DE INSTRUÇÕES 12 Página 16.2 - AGRICULTURA DE PRECISÃO Pretende-se, nesta questão, conhecer se na exploração é utilizada tecnologia para avaliar e acompanhar de maneira mais precisa a variabilidade do solo e clima das parcelas. AGRICULTURA DE PRECISÃO Prática que tem como objetivo promover condições mais favoráveis e uniformes ao desenvolvimento das culturas nas parcelas. Baseia-se numa avaliação georreferenciada das propriedades dos solos (química, física ou biológica) e clima. Esta avaliação dá a conhecer diversas informações da parcela, que permite a determinação da variabilidade e identificação de zonas problemáticas, permitindo assim a definição de estratégias de gestão específicas e diferenciadas que apoiam a decisão na: • Implementação e gestão de sistemas de rega; • Implementação de sistemas de drenagem; • Correções de solos e fertilizações; • Escolha de variedades e sua localização; • Aferição da viabilidade de instalação da cultura em algumas zonas da parcela. 16.2.1 - DISPÕE DE DADOS GEORREFERENCIADOS DA EXPLORAÇÃO? Pretende-se, nesta questão, conhecer se na exploração é utilizada informação georreferenciada das parcelas, para avaliação das características físicas, químicas ou biológicas, recolhida por deteção remota (imagens obtidas por sensores colocados em satélites, em aviões ou em drones), sondas no terreno ou outro tipo de equipamento que permita algum mapeamento da parcela. [2544] - DISPÕE DE DADOS GEORREFERENCIADOS DA EXPLORAÇÃO? Se sim, inscrever o código 1. 16.2.1.1 - SE SIM, INDICAR QUAIS: Pretende-se, nesta questão, identificar qual a informação georreferenciada das parcelas de que o produtor dispõe. CARTAS DE NDVI: ÍNDICES DE VEGETAÇÃO NDVI é a sigla em inglês para Normalized Difference Vegetation Index que numa tradução livre significa Índice de Vegetação da Diferença Normalizada. Explicando de forma prática, é um índice que analisa a condição da vegetação no campo através de deteção remota. As imagens de satélite, avião ou drone são processadas com tratamento NDVI (espectro de infravermelho próximo) que permite captar a radiação das plantas e, logo, o seu vigor. As aplicações do NDVI na agricultura são inúmeras, por exemplo:
134 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES MANUAL DE INSTRUÇÕES 12 Página • Monitoramento de culturas; • Deteção de secas; • Localização de pragas; • Estimativas de produtividade; • Modelagem hidrológica; • Mapeamento de culturas. CARTAS DE PRODUTIVIDADE (culturas anuais) Criadas a partir dos dados recolhidos durante a colheita, através de sensores instalados nas máquinas de colheita. CARTAS DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO A forma eficaz de avaliar a variabilidade numa parcela é através do mapeamento da sua Condutividade Elétrica. O levantamento através de um sensor específico, é realizado sem contacto direto com o solo, preservando as suas características, e de forma georreferenciada, obtendo medições até 1 m de profundidade. SENSORES DE HUMIDADE DO SOLO Aparelhos que monitorizam no campo a humidade do solo, em geral a partir da avaliação da variação das características elétricas do solo em redor dos sensores. [2545] - CARTAS DE NDVI/ÍNDICES DE VEGETAÇÃO Se sim, inscrever o código 1. [2546] - CARTAS DE PRODUTIVIDADE (CULTURAS ANUAIS) Se sim, inscrever o código 1. [2547] - CARTAS DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO SOLO Se sim, inscrever o código 1. [2548] - SENSORES DE HUMIDADE DO SOLO Se sim, inscrever o código 1. [2549] - OUTROS Caso o produtor disponha de outros dados georreferenciados das parcelas, não discriminados nas rubricas anteriores, inscrever o código 1.
135 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES MANUAL DE INSTRUÇÕES 12 Página 16.2.1.2 - EFETUA ALGUMA OPERAÇÃO CULTURAL COM TAXA DIFERENCIADA EM RESULTADO DA ANÁLISE DOS DADOS GEORREFERENCIADOS? Pretende-se, nesta questão, conhecer se na exploração é efetuada alguma operação cultural (rega, fertilização, monda, etc.) com taxa diferenciada em função da análise dos dados georreferenciados. [2550] - EFETUA ALGUMA OPERAÇÃO CULTURAL COM TAXA DIFERENCIADA EM RESULTADO DA ANÁLISE DOS DADOS GEORREFERENCIADOS? Se sim, inscrever o código 1. 16.3 - SEGURANÇA NO TRABALHO Pretende-se, nesta questão, conhecer alguns aspetos relacionados com as condições de segurança no trabalho da exploração. 16.3.1 - EXISTE UM PLANO DE SEGURANÇA ESCRITO, COM UMA AVALIAÇÃO DE RISCO, COM O OBJETIVO DE DIMINUIR OS ACIDENTES DE TRABALHO? PLANO DE SEGURANÇA ESCRITO Documento com a avaliação de risco no local de trabalho com o objetivo de reduzir os perigos específicos da exploração. [2437] - EXISTE UM PLANO DE SEGURANÇA ESCRITO, COM UMA AVALIAÇÃO DE RISCO, COM O OBJETIVO DE DIMINUIR OS ACIDENTES DE TRABALHO? • Se Sim, inscrever o código 1; • Se Não, inscrever o código 9. 16.3.2 - OS CONDUTORES DE TRATORES TÊM FORMAÇÃO HABILITANTE PARA A CONDUÇÃO? FORMAÇÃO HABILITANTE PARA A CONDUÇÃO DE TRATORES E MÁQUINAS AGRÍCOLAS Para além da habilitação legal exigida pelo Código da Estrada aos operadores de veículos agrícolas (Licença de condução para tratores agrícolas - categoria I e II ou III - ou Carta de condução), a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) exige que estes complementem a habilitação que detêm com o curso “Conduzir e operar com o trator em segurança”. O referido curso é realizado por entidades formadoras certificadas sectorialmente pelo Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural (MAFDR) e reconhecido nos termos determinados na regulamentação a aplicar para a área da “Mecanização agrícola e condução de veículos agrícolas”. São dispensados de realizar este curso, os titulares de Licença de Condução obtida pela frequência com aproveitamento de ações de formação realizadas sob a tutela do MAFDR, ou obtidas a partir de ações realizadas nos Centros de Formação Profissional e Escolas Profissionais que realizem ações equivalentes às do MAFDR.