RA2019_MI_MADEIRA.pdf

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115 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA MANUAL DE INSTRUÇÕES 9 Página [1963] PERUS Registar o número de perus independentemente do sexo e da idade. [1964] PATOS Registar o número de patos independentemente do sexo e da idade. [1967] CODORNIZES Registar o número de codornizes independentemente do sexo e da idade. [1965] OUTRAS AVES Registar o número de aves (machos e fêmeas) de qualquer idade não consideradas nas categorias anteriores. Incluir: »» Gansos, pintadas, pombos (para carne) e avestruzes criadas em cativeiro. Excluir: »» As aves cinegéticas (ex.: perdizes, pombos, faisões, etc.) e os pombos de columbofilia. No caso de existirem outras aves discriminar a espécie em observações. [1969] TOTAL DE AVES Registar a soma dos valores inscritos nas rubricas [1961] a [1967]. 17.2.7 - COELHOS Considerar os coelhos para produção de carne. [1971] e [1972] COELHOS Considerar os coelhos para produção de carne independentemente do sexo e idade. Incluir: A produção de coelhos para pêlo sempre que se verifique o aproveitamento da carne. Excluir: »» A produção de coelhos exclusivamente para outros fins que não a carne (pêlo ou pele, etc.). [1971] FÊMEAS REPRODUTORAS Registar o número de fêmeas que já tenham parido.

116 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA MANUAL DE INSTRUÇÕES 9 Página [1972] OUTROS COELHOS Registar o número de coelhos (machos e fêmeas) independentemente do sexo e da idade, não incluídos anteriormente. Incluir: »» Animais para abate; »» Machos reprodutores; »» Animais de substituição (machos e fêmeas). [1979] TOTAL DE COELHOS Registar a soma dos valores inscritos nas rubricas [1971] e [1972]. 17.2.8 - COLMEIAS E CORTIÇOS POVOADOS Considerar o número de colónias de abelhas, consoante a natureza do seu abrigo (colmeias e cortiços), destinadas à produção de mel. Excluir: »» As colónias dirigidas para a obtenção exclusiva de outros produtos: rainhas, própolis, pólen, cera, geleia real e veneno. COLMEIA Abrigo feito especialmente para alojar uma colónia de abelhas, visando a exploração económica. CORTIÇO Abrigo de cortiça, geralmente em formato cilíndrico, feito especialmente para alojar uma colónia de abelhas, visando a exploração económica. [1981] COLMEIAS POVOADAS Registar o número de colmeias povoadas destinadas à produção de mel. [1982] CORTIÇOS POVOADOS Registar o número de cortiços povoados destinados à produção de mel. [1989] TOTAL DE COLMEIAS E CORTIÇOS POVOADOS Registar a soma dos valores inscritos nas rubricas [1981] e [1982].

117 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA MANUAL DE INSTRUÇÕES 9 Página 17.2.9 - OUTROS ANIMAIS Considerar as espécies animais não incluídas anteriormente. Questão de preenchimento obrigatório para todas as explorações agrícolas. Exemplos: »» aves cinegéticas (ex.: perdizes, faisões, pombos) criadas em cativeiro, chinchilas, pombos de columbofilia, etc.. • Se Sim, inscrever o código 1; • Se Não, inscrever o código 9. Excluir: »» Os animais de estimação (cão, gato, etc.). No caso de existirem outros animais discriminar a espécie em observações. [1990] OUTROS ANIMAIS Indicar se existem outros animais na exploração. [4001] a [4082] - EFETIVO ANIMAL EM MODO DE PRODUÇÃO BIOLÓGICO Registar o número de bovinos, suínos, ovinos, caprinos, aves, colmeias e cortiços, criados em modo de produção biológico.

119 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA MANUAL DE INSTRUÇÕES 10 Página Pretende-se, nesta questão, conhecer o tipo de instalações e algumas características do maneio do efetivo. Embora o período de referência seja diferente do referido na questão 17 - EFETIVOS ANIMAIS terá de se verificar alguma coerência nas respostas. Nos casos em que estas difiram significativamente deverão ser confirmadas em observações. 18.1 - BOVINOS Pretende-se, nesta questão, conhecer o tipo de instalações e algumas características do maneio do efetivo bovino. 18.1.1 - EFETIVO MÉDIO Pretende-se, nesta questão, conhecer o número médio de bovinos, desagregado por vacas leiteiras e outros bovinos, que permaneceram na exploração, durante os últimos 12 meses. [2140] EFETIVO MÉDIO DE VACAS LEITEIRAS Registar o número médio de vacas leiteiras que permaneceram na exploração, durante os últimos 12 meses. [2240] EFETIVO MÉDIO DE OUTROS BOVINOS Registar o número médio de outros bovinos que permaneceram na exploração, durante os últimos 12 meses. 18.1.2 - EFETIVO HABITUAL NAS INSTALAÇÕES Pretende-se, nesta questão, conhecer o número habitual de bovinos, desagregado por vacas leiteiras e outros bovinos, isto é, o número mais frequente de animais que permaneceram nas instalações, durante os últimos 12 meses, por tipo de instalação. O efetivo médio não corresponde ao habitual nos casos em que no período de referência se verificaram situações de sublotação e sobrelotação. INSTALAÇÕES PECUÁRIAS (NOS ÚLTIMOS 12 MESES) 18 Questão

120 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA MANUAL DE INSTRUÇÕES 10 Página ESTABULAÇÃO Sistema em que os animais estão confinados a um determinado espaço físico (instalação) de forma permanente ou temporária. Excluir: » As instalações associadas aos sistemas de produção de bovinos em regime extensivo (cercas de contenção temporária, currais, etc.). ESTABULAÇÃO PRESA Forma de estabulação em que os animais têm os movimentos muito condicionados, pois encontram-se permanentemente confinados a um espaço físico individual, não podendo circular livremente pelas instalações. ESTABULAÇÃO LIVRE Forma de estabulação em que os animais podem circular livremente pelas instalações, na área a eles destinada, não se encontrando confinados a lugares individuais. ESTABULAÇÃO COM PRODUÇÃO PREDOMINANTE DE ESTRUME SÓLIDO Sistema de estabulação que promove a concentração de dejetos sólidos dos animais com uma reduzida quantidade de urina. O pavimento das instalações é coberto por material de cama (palha, serradura, aparas de madeira ou outros) que se mistura com as fezes e urina. A frequência de remoção do material de cama pode variar entre dias e alguns meses. Em qualquer das situações o material retirado é sempre pastoso a sólido, sendo depositado em nitreiras ou pilhas, não podendo ser confundido com chorume que, com uma consistência mais líquida, apresenta fluidez e é contido/armazenado em depósitos (tanques, lagoas ou outros).

121 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA MANUAL DE INSTRUÇÕES 10 Página ESTABULAÇÃO COM PRODUÇÃO PREDOMINANTE DE CHORUME Sistema de estabulação que produz efluentes pecuários de consistência fluida a pastosa, habitualmente designados por chorume, necessitando de estruturas de armazenamento capazes de conter as escorrências (tanques ou lagoas). A produção de chorume está relacionada com as características das instalações e o tipo de maneio, designadamente: • Pavimento em grelha; • Sistema de limpeza por bombagem de água (forte corrente de água que arrasta todos os materiais na superfície do pavimento); • Ausência de qualquer material de cama orgânico (palha, serradura, aparas de madeira, ou outros). [2128] EFETIVO HABITUAL DE VACAS LEITEIRAS EM ESTABULAÇÃO PRESA COM PRODUÇÃO PREDOMINANTE DE ESTRUME Registar o número habitual de vacas leiteiras estabuladas num sistema de estabulação presa com produção predominante de estrume, durante os últimos 12 meses. [2129] EFETIVO HABITUAL DE VACAS LEITEIRAS EM ESTABULAÇÃO PRESA COM PRODUÇÃO PREDOMINANTE DE CHORUME Registar o número habitual de vacas leiteiras estabuladas num sistema de estabulação presa com produção predominante de chorume, durante os últimos 12 meses. [2130] EFETIVO HABITUAL DE VACAS LEITEIRAS EM ESTABULAÇÃO LIVRE COM PRODUÇÃO PREDOMINANTE DE ESTRUME Registar o número habitual de vacas leiteiras estabuladas num sistema de estabulação livre com produção predominante de estrume, durante os últimos 12 meses. [2131] EFETIVO HABITUAL DE VACAS LEITEIRAS EM ESTABULAÇÃO LIVRE COM PRODUÇÃO PREDOMINANTE DE CHORUME Registar o número habitual de vacas leiteiras estabuladas num sistema de estabulação livre com produção predominante de chorume, durante os últimos 12 meses. [2241] EFETIVO HABITUAL DE OUTROS BOVINOS EM ESTABULAÇÃO PRESA COM PRODUÇÃO PREDOMINANTE DE ESTRUME Registar o número habitual de outros bovinos estabulados num sistema de estabulação presa com produção predominante de estrume, durante os últimos 12 meses.

122 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA MANUAL DE INSTRUÇÕES 10 Página [2242] EFETIVO HABITUAL DE OUTROS BOVINOS EM ESTABULAÇÃO PRESA COM PRODUÇÃO PREDOMINANTE DE CHORUME Registar o número habitual de outros bovinos estabulados num sistema de estabulação presa com produção predominante de chorume, durante os últimos 12 meses. [2243] EFETIVO HABITUAL DE OUTROS BOVINOS EM ESTABULAÇÃO LIVRE COM PRODUÇÃO PREDOMINANTE DE ESTRUME Registar o número habitual de outros bovinos estabulados num sistema de estabulação livre com produção predominante de estrume, durante os últimos 12 meses. [2244] EFETIVO HABITUAL DE OUTROS BOVINOS EM ESTABULAÇÃO LIVRE COM PRODUÇÃO PREDOMINANTE DE CHORUME Registar o número habitual de outros bovinos estabulados num sistema de estabulação livre com produção predominante de chorume, durante os últimos 12 meses. 18.1.2.1 - ACESSO A PARQUES EXTERIORES CERCADOS CONTÍGUOS ÀS INSTALAÇÕES PECUÁRIAS Pretende-se, nesta questão, conhecer se o efetivo bovino estabulado tem acesso a parques exteriores cercados contíguos às instalações. [2115] ACESSO DAS VACAS LEITEIRAS ESTABULADAS A PARQUES EXTERIORES CERCADOS CONTÍGUOS ÀS INSTALAÇÕES PECUÁRIAS Se sim, inscrever o código 1. [2245] ACESSO DOS OUTROS BOVINOS ESTABULADOS A PARQUES EXTERIORES CERCADOS CONTÍGUOS ÀS INSTALAÇÕES PECUÁRIAS Se sim, inscrever o código 1. 18.1.2.2 - TEMPO DE PASTOREIO DO EFETIVO ESTABULADO Pretende-se, nesta questão, conhecer o período de tempo (número de meses) em que os animais estabulados da espécie bovina, desagregado por vacas leiteiras e outros bovinos, utilizaram as pastagens durante os últimos 12 meses. Considera-se 1 dia de pastoreio se os animais permanecerem na pastagem 6 horas ou mais por dia. PASTOREIO Consumo de plantas, pelos animais, no local em que estas vegetam (prados e pastagens). [2117] TEMPO DE PASTOREIO DAS VACAS LEITEIRAS ESTABULADAS Registar o número de meses em que as vacas leiteiras estabuladas utilizaram as pastagens, durante os últimos 12 meses.

123 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA MANUAL DE INSTRUÇÕES 10 Página [2247] TEMPO DE PASTOREIO DOS OUTROS BOVINOS ESTABULADOS Registar o número de meses em que os outros bovinos estabulados utilizaram as pastagens, durante os últimos 12 meses. 18.1.3 - EFETIVO HABITUAL NÃO ESTABULADO (ANIMAIS EM REGIME EXTENSIVO, PERMANECENDO SEMPRE AO AR LIVRE) Pretende-se, nesta questão, conhecer o número habitual de bovinos não estabulados, desagregado por vacas leiteiras e outros bovinos, isto é, em regime extensivo, permanecendo sempre ao ar livre, durante os últimos 12 meses. [2116] EFETIVO HABITUAL DE VACAS LEITEIRAS NÃO ESTABULADAS Registar o efetivo habitual de vacas leiteiras não estabuladas, durante os últimos 12 meses. [2246] EFETIVO HABITUAL DE OUTROS BOVINOS NÃO ESTABULADOS Registar o efetivo habitual de outros bovinos não estabulados, durante os últimos 12 meses. 18.2 - SUÍNOS Pretende-se, nesta questão, conhecer o tipo de instalações e algumas características do maneio do efetivo suíno. 18.2.1 - EFETIVO MÉDIO Pretende-se, nesta questão, conhecer o número médio de suínos, desagregado por fêmeas reprodutoras e outros suínos, que permaneceram na exploração, durante os últimos 12 meses. [2150] EFETIVO MÉDIO DE FÊMEAS REPRODUTORAS Registar o número médio de fêmeas reprodutoras que permaneceram na exploração, durante os últimos 12 meses. [2250] EFETIVO MÉDIO DE OUTROS SUÍNOS Registar o número médio de outros suínos que permaneceram na exploração, durante os últimos 12 meses. 18.2.2 - EFETIVO HABITUAL NAS INSTALAÇÕES Pretende-se, nesta questão, conhecer o número habitual de suínos, desagregado por fêmeas reprodutoras e outros suínos, isto é, o número mais frequente de animais que permaneceram nas instalações, durante os últimos 12 meses, por tipo de instalação. O efetivo médio não corresponde ao habitual nos casos em que no período de referência se verificaram situações de sublotação e sobrelotação.

124 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA MANUAL DE INSTRUÇÕES 10 Página INSTALAÇÕES DE PAVIMENTO SEM GRELHA E SEM CAMA SOBREPOSTA Instalações com pavimento impermeável, habitualmente feito de cimento, sem grelha que permita o escorrimento dos efluentes, e sem material de cama (palha, serradura, aparas de madeira ou outros). Geralmente tem uma ligeira inclinação para facilitar a limpeza. INSTALAÇÕES DE PAVIMENTO SEM GRELHA E COM CAMA SOBREPOSTA Instalações com pavimento impermeável, habitualmente feito de cimento, e com uma camada espessa de material de cama (palha, serradura, aparas de madeira ou outros). Estes materiais vão sendo normalmente sobrepostos às camadas anteriores, sendo removidos para o exterior da instalação com intervalos de meses. INSTALAÇÕES DE PAVIMENTO COM GRELHA TOTAL Instalações com pavimento totalmente formado por grelhas ou ripas, através das quais os dejetos escorrem para um fosso onde se acumulam. INSTALAÇÕES DE PAVIMENTO COM GRELHA PARCIAL Instalações com pavimento parcialmente formado por grelhas ou ripas, através das quais os dejetos escorrem para um fosso onde se acumulam. [2125] EFETIVO HABITUAL DE FÊMEAS REPRODUTORAS EM INSTALAÇÕES COM PAVIMENTO SEM GRELHA E SEM CAMA SOBREPOSTA Registar o número habitual de fêmeas reprodutoras de suínos em instalações com pavimento sem grelha nem camas sobrepostas, durante os últimos 12 meses. [2121] EFETIVO HABITUAL DE FÊMEAS REPRODUTORAS EM INSTALAÇÕES COM PAVIMENTO SEM GRELHA E COM CAMA SOBREPOSTA Registar o número habitual de fêmeas reprodutoras de suínos em instalações com pavimento sem grelha mas com camas sobrepostas, durante os últimos 12 meses.